domingo, 16 de janeiro de 2011

Pra ti

Pra ti escrevo, e quero tentar
Quero te ver sorrir, chorar, falar e gritar
Não vou mais, querer, saber ou dizer
Meu amor, sinta-se a vontade para escrever

Tenho papel e caneta pra você
E você sabe, que pra ti, tenho muito mais
Sim, talvez eu realmente seja essa contradição 
Mas, prometo-lhe, que esses versos vem com muita convicção

Essas rimas, são simples, mas são pra você
O sorriso quer voltar pra tua cara, e eu quero traze-lo
Não, não, parei com o clichê de esquecer
Pra ti, vou com calma, sem desespero

Porque tudo isso, meu amor, já tivemos demais
Chega de esquecer, entristecer, e descrever !
Agora quero alegrar, animar, simplesmente ouvir o que tens pra me falar
E mesmo que não houver nada pra me contar, quero aparecer e te ver cantar

Ah, estar do teu lado, pra sempre, enquanto tu quiseres
Até que a morte nos separe, ou a vida nos deixe juntos
Não se resume a humilhação, ou compaixão
Se ramifica em sentimentos, e descrição 

Não quero nem pra ti isso falar, quero te deixar notar
Não quero lhe desejar nada, pois quero estar aqui pra realizar
Escrevo como desabafo sim, mas espero o sorriso sincero assim
E se for chorar, conte com meu peito, para te afagar 

Enfim amor, diga-me
O que queres tu de mim?
Um garoto, um menino, uma criança
Que está sempre aqui pra ti...




Guilherme Pollaco 






2 comentários:

  1. Que bacana que você tá escrevendo poesia, Guizão. :) Vamos trocar comentários então. Meu blog é www.diasdeverao.tumblr.com Beijos da Jacque

    ResponderExcluir
  2. vamos sim, e que bom que está aqui para prestigiar, mesmo !

    ResponderExcluir